Ontem tive um momento que me fez lembrar o Ego (se não conhecem o blog dele, não sabem o que perdem!), no metro. Daquelas situações momentâneas em que parece que nos ligamos a um completo desconhecido, como se fosse inevitável. E automaticamente comecei a pensar na minha cabeça como aquela situação seria descrita… A roupa, os acessórios, a linguagem não verbal, os movimentos e tudo mais. Porque, acreditem, há pormenores impossíveis de nos passarem ao lado. E qual é a mulher que permite que eles se percam? Nenhuma. Bem pelo contrário. 
E por isso mesmo me lembrei do Ego. Com ele, nenhum pormenor escapa. Nada lhe passa ao lado. E naquele momento, quase me senti um Ego feminino, com vontade de descrever uma situação de três estações da linha azul.