“Para mim, a importância de Taylor como actriz reside no facto de ela representar uma feminilidade que é hoje impossível de encontrar nas telas inglesas ou americanas. Essa feminilidade radicava na realidade hormonal – na vitalidade da Natureza. Ela era,  por si só, um ataque em forma de gente ao pós-modernismo e ao pós-estruturalismo que afirmam que o género não passa de uma construção social. 
Deixem-me dar um exemplo. Os Miúdos Estão Bem, de Lisa Cholodenko, é um filme fantástico, mas Julianne Moore e Annette Bening – que está lindamente e devia ter ganho Óscar pelo seu retrato prototípico de uma mulher de carreira da América contemporânea – surgem penosamente escanzeladas no ecrã. Trata-se do visual faminto padrão que é hoje projectado pelas estrelas de Hollywood: uma silhueta ossuda, anoréctica, esculpida a Pilates, que não tem nada a ver com a imagem das mulheres tal como a maioria das pessoas as vêem. Há quase alguma coisa de andróide nas representações de mulheres que nos estão a ser dadas por Hollywood.”
in  Revista Máxima de Maio 2011, sobre Elizabeth Taylor
É isto e um texto que li algures, escrito por Paulo Coelho, onde as curvas naturais da mulher eram o centro das atenções. 
E com ou sem gordurinhas a mais instaladas, nada é melhor do que uma mulher confiante de si e do seu corpo.