Quando os heartaches se tornam constantes, é quase instintivo abrirmos os olhos e começarmos a expandir horizontes. Com o tempo, fui aprendendo que há amizades que precisam de muito mais cultivo do que outras. E que são essas que merecem muito mais da minha atenção. Não me deixam mal, supreendem-me pela positiva e põem-me feliz pelos mais simples motivos.
Depois de tudo o que me magoou a semana passada, dei por mim a pensar mais nisto das amizades e a obrigar-me a valorizar o que realmente importa nos amigos. Não há motivo para guardar rancores nem para questionar a origem das amizades. E numa semana, recuperei uma amizade antiga que tinha levado um ponto final por falta de interesse e de empenho. O orgulho caiu e estou a adorar recuperar o que não houve em três anos. E por outro lado, estou a adorar cultivar pequenas amizades que estão a crescer à velocidade da luz. Que surgiram a partir do malmequer e que me enchem tanto o coração. Porque se há quem nos falhe, também há quem nos proteja com uma enorme rede de segurança. E são essas as amizades que quero conservar, as que me fazem bem. E que depois ainda me dão imensos mimos e me enchem o quarto com o cheiro maravilhoso destas delicias de aniversário:

Não me interessa se são amizades com base em blogs, não quero saber se foram anos sem nos falarmos… Só sei que me aquecem o coração e que isto, sim, me faz feliz. E quando abrimos os olhos para valorizar as alegrias, as tristezas até parecem desaparecer mais rápido!