Eu sei que não serei a primeira a falar deste assunto, mas não o poderia deixar passar em branco. 
Fui ontem buscar o meu livro d’O Alfaiate Lisboeta. Sempre admirei o trabalho do Zé.
Se há coisa que gosto de fotografar são pessoas. O quotidiano, a simplicidade do dia-a-dia, a beleza que há nas pessoas. Sem poses, sem armações, sem falsidades. E talvez seja por isso que goste tanto do trabalho dele. 
São muitas as caras conhecidas que passam pelo livro dele. Muitas cidades, muitas pessoas distintas, bonitas e muitos estilos maravilhosos. Mas estas, serão sempre duas das minhas fotografias favoritas do Zé. E já não é a primeira vez que elas passam aqui pelo malmequer. Não sei explicar o porquê mas há algo na simplicidade d”A rapariga da fita” que me deixa encantada. Resultou em duas fotografias tão bonitas que só poderiam mesmo fazer parte do livro.
Confesso que ainda procurei por ele, pelo Fábio, o de xadrez. Não é por sermos amigos, mas sim por este menino ter um estilo do caraças. Não está no livro, mas não fica nada atrás de muitos dos que por lá aparecem! 
E eu tenho a certeza que o livro do Alfaiate será dos que mais irei tirar da prateleira. Vou querer rever todas as fotografias vezes sem conta para reparar nos pormenores, nas cores, nas expressões. Em tudo! É daqueles que vale mesmo a pena ter em casa. Mas nem eu esperava outra coisa…

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