Nos últimos meses, tenho encontrado vários artigos e discussões sobre as questões éticas do mundo da beleza – muito por causa dos testes em animais e da sustentabilidade da criação e utilização dos produtos. E, na verdade, embora saiba que alguns dos produtos que uso não são criados da forma mais ética, fico feliz por saber que são várias as marcas que começam a prestar mais atenção a estas questões ambientais.

O Mercado de Beleza Natural da L’Óreal foi um exemplo disso. Partilhei convosco, através do Instagram, algumas das coisas que fiquei a saber na semana passada, mas achei que mereciam saber um pouquinho mais das acções que a marca tem tomado neste rumo por um pais mais sustentável.

Na Garnier, as embalagens passaram a ser fabricadas com 20 a 30% de plástico reciclado sendo que, colocados nos ecopontos certos, são 100% recicláveis. O novo Pure Vitality Cream da Kiehl’s é um hidratante com 99,6% de ingredientes de origem natural, com Mel Manuka da Nova Zelândia e Raiz de Ginseng Vermelho da Coreia.

A Biolage chega a Portugal muito em breve, nesta linha R.A.W., que tem uma fórmula totalmente de origem natural. Os seus frascos são produzidos através de 100% de plástico reciclado, sendo que os boiões das máscaras são de plástico 50% reciclado.

A L’Óreal Professionnel reduziu a quantidade de plástico nas suas embalagens, poupando mais de 58 toneladas de plástico por ano. E lançam uma nova gama de cuidados direccionados para as necessidades de cada uma de nós, onde podem misturar dois líquidos na vossa máscara para potenciar o que querem, seja reparação, hidratação, força, etc.

Já a Biotherm criou um novo leite solar 96% biodegradável que tem um impacto muito mais reduzido no ambiente aquático.
Por último, a Roger & Gallet lançou, pela primeira vez, uma gama de cuidados de rosto com 6 produtos ricos em ingredientes de fontes solidárias, com 18 plantas oficinais. 
Têm em consideração algumas destas coisas quando comprar os vossos produtos de maquilhagem e beleza? Contem-me tudo!