Há dois anos, pisei Nova Iorque pela primeira vez. E foi amor à primeira vista. Já estão cansados de saber a ligação que sinto com esta cidade e como fugia para lá a qualquer oportunidade.

Regressei há coisa de duas semanas e aproveitei para fazer um pouquinho de tudo. Para revisitar alguns dos meus sítios favoritos (que serão sempre o Top of The Rock e a Brooklyn Bridge), para passear sem destino, para conhecer coisas novas e para visitar o que ficou em falta da última vez, como a biblioteca ou o Oculus.

Mas o que quero partilhar convosco? Tudo aquilo que acho que merece ser adicionado à minha loooonga lista de recomendações nesta cidade. Preparem o bloco de notas and here we go. Estão prontos?

Os restaurantes

By Chloé

Muitas das coisas novas que conheci em Nova Iorque, foram pela mão da Eduarda. O facto dela morar lá há quatro anos, já lhe dá alguma estaleca e conhecimento de muita coisa. Este é um restaurante vegetariano que está espalhado pela cidade – e o primeiro que conheci foi o da Bleeker St. É tudo incrivelmente bom, mas tenho que recomendar muito o Mac’n’Cheese – que sim, é vegetariano e tem um bacon de cogumelos incrível. Gostei de tal forma que foi o único restaurante que repeti enquanto lá estive!

Maman

Um dos restaurantes que ficou por conhecer há dois anos atrás. Desta vez, experimentei o de Brooklyn que é um mimo de espaço. É daqueles que percebemos perfeitamente porque é que aparecem tantas vezes no Instagram – porque foram realmente feitos para isso. O espaço, as loiças, a comida e até o próprio grafismo da marca. É totalmente instagrammable.

Provei a Truffle Croque Maman, mais uma vez por recomendação da Eduarda, e é amaaaaazing. I mean, se tem trufa, é altamente provável que eu vá gostar. Delish!

Morgensterns NYC

Mais um espaço que ficou pendurado da última vez. Tinha várias gelatarias na lista e esta foi uma das que acabei por não conseguir visitar. Tinha-a guardada para esta visita e a Maria, que esteve lá na semana anterior à minha, relembrou-me que não podia mesmo perder este espaço – and she was right!

Escolhi lichia e pistacho e não me arrependi minimamente! Serei sempre uma miúda de gelados de fruta que só abre excepção para o pistacho – e ainda bem que o fiz aqui. Gelado é capaz de ser a minha sobremesa favorita e estou a babar só de pensar neste gelado. #needs

As lojas

Sézane

Let’s be honest here: a Sèzane é uma loja onde eu sabia que não iria fazer qualquer compra. Mas é tão lindinha e com todos os cantos cheios de detalhe, que foi impossível não visitar. A verdade é que me apetecia trazer tudo, desde a roupa, aos sapatos, às velas e até ao estacionário. É tudo super elegante, super feminino… Até uma photobooth coberta em flores têm dentro da loja! Um pequeno sonho!

Rough Trade

Não imaginam o quanto eu queria ir aqui… Para qualquer apaixonado por música, a Rough Trade é o sonho. Imaginem um armazém com música de todos os géneros, de todas as fases, em todos os formatos. É isto. Eu sabia o que queria e fui direta à procura do meu álbum favorito de Childish Gambino para o ter em vinil (o Because The Internet, fyi) em jeito de presente de aniversário. Mas acho que, se pudesse, passava dias inteiros aqui… É quase um labirinto mas no qual eu me perdia vezes sem conta!

Glossier

Depois de anos a pedir às amigas, a encomendar para casas alheias e a aproveitar as viagens, finalmente conheci o showroom da Glossier. É tudo o que imaginamos sim: tudo super branquinho, com muitos detalhes típicos da marca, com os funcionários vestidos com macacões cor-de-rosa… E muito cheio, claro. Muito muito cheio. De tal forma que não consegui experimentar tudo o que queria.

Mas como sabia o que comprar, fui directa aos produtos e fiz o meu pedido. Mas let’s be honest, é um sonho vir a esta loja e um daqueles sítios que já se tornou imprescindível para qualquer beauty lover. E mesmo que esteja fila à porta, esperem. Vale a pena!

Os locais

Whitney Museum

No Meatpacking District, por baixo do começo do Highline, está um dos poucos museus que ainda não conhecia – e o único que visitei nesta viagem. Confesso: eu não sou turista de museus. Mas em Nova Iorque, até isso vale a pena.

O Whitney, tal como quase todos os museus, vale pelas exposições que tiver e, neste caso, pela maravilhosa vista que todos os pisos têm. Neste caso, tive alguma sorte. Sem saber, encontrámos uma exposição que é super a minha cara e os meus interesses: relacionada com a igualdade. Muito focada no racismo, na misogenia, na utilização de armas, etc etc. Vale muito a pena!

Brooklyn

Ao contrário do que eu pensava, Brooklyn não é apenas a ponte e a zona de Dumbo. E, na última viagem, voltei com o feeling de ter perdido imenso por não ter conhecido mais esta zona de Nova Iorque. Aproveitámos um dia inteiro para passear por lá e percebi que sim, Brooklyn tem muito para se conhecer. Williamsburg, Greenpoint, o pontão… É a zona mais cool da cidade e, com isso, cheia de hipsters, sim. Mas vale a pena o passeio porque tem um feeling e uma vibe que não encontram em mais nenhuma zona de Nova Iorque!

Coney Island

Não fazia questão de lá ir e nem sequer tinha noção que era tão perto da cidade. Mas depois de uma amiga minha ter visitado a cidade e me ter dito o quão fácil é ir até lá, não podia deixar escapar a oportunidade.

Mas vá, vamos gerir expectativas: é 1h30 de viagem para chegar a uma praia! Para nós, portugueses, isto pode ser nada excitante, i know. Mas é uma praia, com um parque de diversões, cheio de comida que só nos enche de colesterol, de avôs todos sarados que passeiam o bronze à beira mar. Onde é impossível sair de lá de mau humor. É tudo tão giro e uma enorme lufada de ar fresco que merece a viagem!

As experiências

Apartment by The Line

No Instagram perguntaram-me se esta seria uma casa para se alugar – e eu amava que realmente fosse. Mas não é… É um apartamento enorme onde tudo o que lá está dentro pode ser comprado. Situado no SoHo, numa rua super gira e meio posh, passa super despercebido quando visto de fora. O interior é simplesmente incrível e, acreditem… Morava aqui sem pensar duas vezes!

Caudalíe

Oh my, oh my… A meio da minha viagem, passei no Meatpacking District para fazer uma limpeza facial na Caudalie. Esta boutique é super acolhedora e uma das que tem spa, na cidade. No espaço de uma hora e meia, saí de lá de pele limpa, relaxada e com uma chávena do delicioso chá da marca. Fez maravilhas e eu só posso agradecer à Caudalie pelo convite – foi uma valente lufada de ar fresco numa cidade que consegue absorver-nos!

Freeman Alley

Por último, tenho que admitir que não conhecia o beco mais famoso de Manhattan. Encontrámo-lo a caminho da gelataria e percebi o porquê da sua fama. Resulta num restaurante – o Freeman – e está cheio de inspiração em todas as paredes. Acho que fiz imensas fotografias aqui e confesso que estou ansiosa para ver o resultado em analógico.

Tudo isto – e muito mais – está nos destaques que criei, no meu Instagram, propositadamente para esta viagem. Uma espécie de diário de bordo que ficou guardado para que não vos falte nada. E se, ainda assim, quiserem planear melhor a vossa viagem, há uma lista enorme de publicações sobre NYC aqui pelo Malmequer. E onde os encontram? Basta clicarem aqui!