Há uns dois ou três anos que não ia ao NOS Alive. Coincidia sempre com os meus campos de CISV ou faltava algo no cartaz que me conquistasse a 100%. Este ano, nada disso foi impedimento e voltei, finalmente, ao recinto em Algés. Ver concertos, ser maquilhada na Well’s e estar em óptima companhia? I’m in.

Este foi um daqueles anos em que eram vários os concertos que queria ver e que se sobrepunham no horário. Mas, ainda assim, deu para ver muita coisa boa! Sam Smith, James Blake, Chet Faker, James Bay, Ting Tings, Capicua, Chromeo, Batida, Muse, Metronomy e Disclosure. Ficou a faltar muita coisa – Mogwai, Azealia Banks, Roisin Murphy, Wombats, Django Django…!
Fiquei triste por Jessie Ware ter cancelado – era um dos concertos que mais ansiava. Mas foram vários os concertos que me encheram o coração. Não estava à espera de gostar tanto do James Blake ou do James Bay. Esperava mais tempo do Chet Faker, embora 55 minutos me tenham preenchido muito. E claro, amei cada segundo de Sam Smith. 
Pró ano há mais. E na próxima semana temos o Super Bock Super Rock. Quem vai?