Na passagem de ano, a maioria das pessoas faz uma lista de coisas que pretende cumprir ou que deseja para o novo ano. O meu hábito é diferente… Costumo escrever as coisas más desse ano num papel e queimá-lo na lareira, como se me libertasse de tudo o que me fez mal. Mas não é isso que vos trago hoje…
A minha lista de desejos ou de coisas que quero fazer é sempre escrita no meu aniversário. Faço esses planos anualmente, sim, mas de acordo com a minha data. E aqui está (parte d’) a lista deste ano.
1. Terminar o mestrado. Quero que os 23 anos sejam o finalizar desta fase académica e que a tese fique defendida com uma boa nota. E isto implica o entrar na Ordem dos Psicólogos e finalmente poder dizer que sou psicóloga. Será o finalizar de 5 (quase 6!) anos de esforço e a recompensa merecida. 
2. Viajar, viajar, viajar! Há imensas cidades que quero conhecer e sinto que nunca são demais. E confesso que este é um desejo que me acompanha quase todos os anos. Este ano quero Berlim, Amsterdão e Paris. E claro, regressar a Londres!

3. Tornar-me mais saudável. Ainda falta perder uns 3/4kg para chegar à forma que quero. Mas, acima de tudo, o que me preocupa neste momento não é o peso. Os 22 anos foram recheados de asneiras e a saúde ressente-se. Nunca pensei chegar a este ponto, mas o certo é que agora tenho de controlar tudo o que como e a forma como o faço. E espero que os 23 anos me permitam recuperar a saúde de ferro, literalmente.

4. Deixar de dar valor a pessoas/coisas mesquinhas. No último ano, perdi pessoas que gostava e fui traída por amizades que julgava de ferro. Mas também recuperei amizades e amores perdidos que me fizeram ver a vida com outros olhos. Já chega de me dedicar demais a quem não merece, a quem só me faz mal. Só o que me faz bem e quem me faz bem são merecedores do meu tempo e de todo o meu amor. Tudo o resto nem merece atenção.
5. Perder o medo. Já há uns posts atrás vos falei disto. Perco muita coisa na minha vida pelo medo… O medo de arriscar, o medo de falhar, o medo de não estar a altura. E já chega de ficar presa por ter medo de isto e de aquilo. Já o pai dizia que o “medo é um bichinho que temos atrás da cabeça”. Não o vemos, não existe… Nós é que o criamos e o pomos lá. E por isso mesmo, está na hora de deixar o medo para trás. Enough.
Daqui a um ano voltaremos a falar sobre isto… E espero que com bons resultados e com novos objectivos para os 24 anos!